Você provavelmente já viu essa marca de leite no supermercado.
O que você não sabia é que a produção fica no Oeste da Bahia, em uma cidade de 9 mil habitantes, e foi criada por um neozelandês.
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Tudo começou no ano 2000, quando David e Simon Wallace, pai e filho, produtores de leite na Nova Zelândia, vieram ao Brasil em busca de genética adaptada ao clima tropical.
Eles viajaram por todo o paÃs. Rodaram mais de 150 mil quilômetros.
E concluÃram que o Brasil tinha condições ideais para produzir leite da forma que imaginaram.
Eles viajaram por todo o paÃs. Rodaram mais de 150 mil quilômetros.
E concluÃram que o Brasil tinha condições ideais para produzir leite da forma que imaginaram.

Depois de 2 anos de busca, a escolha foi por terras em Jaborandi, uma cidade com apenas 9 mil habitantes no sudoeste da Bahia, perto da divisa com Goiás.
Ali, fundaram a Fazenda Leite Verde, que depois viria a se chamar LeitÃssimo.
Ali, fundaram a Fazenda Leite Verde, que depois viria a se chamar LeitÃssimo.

Mas antes de produzir leite, eles precisavam montar o rebanho.
O neozelandês Paul Schuler liderou a missão. Ele e Simon viajaram mais milhares de quilômetros pelo Brasil.
Analisaram 50 mil animais. Compraram 2 mil em pequenos lotes e transportaram todos para a fazenda na Bahia.
O neozelandês Paul Schuler liderou a missão. Ele e Simon viajaram mais milhares de quilômetros pelo Brasil.
Analisaram 50 mil animais. Compraram 2 mil em pequenos lotes e transportaram todos para a fazenda na Bahia.

O segredo da LeitÃssimo está na genética.
Eles trouxeram a técnica do "Kiwi Cross": cruzamento de sêmen de touros neozelandeses com vacas Girolando, Jersey e Holandesas.
Na Nova Zelândia, essa seleção genética foi aperfeiçoada por mais de 100 anos.
O resultado? Um leite com 20% mais proteÃna.
Eles trouxeram a técnica do "Kiwi Cross": cruzamento de sêmen de touros neozelandeses com vacas Girolando, Jersey e Holandesas.
Na Nova Zelândia, essa seleção genética foi aperfeiçoada por mais de 100 anos.
O resultado? Um leite com 20% mais proteÃna.

E como funciona a produção?
100% a pasto. A forma mais natural e econômica de criar gado. Eles usam pastagem de Tifton 85, irrigada e rotacionada por pivôs centrais.
A irrigação é o coração da operação — sem ela, não seria possÃvel manter esse modelo no Cerrado baiano.
100% a pasto. A forma mais natural e econômica de criar gado. Eles usam pastagem de Tifton 85, irrigada e rotacionada por pivôs centrais.
A irrigação é o coração da operação — sem ela, não seria possÃvel manter esse modelo no Cerrado baiano.

Hoje a LeitÃssimo é formada por 3 fazendas e possui um rebanho de cerca de 6.000 bovinos.
Produz mais de 33 mil litros de leite por dia, sendo a maior produção de leite a pasto do Brasil.
E toda a industrialização acontece dentro da própria fazenda — do pasto ao produto final.
Produz mais de 33 mil litros de leite por dia, sendo a maior produção de leite a pasto do Brasil.
E toda a industrialização acontece dentro da própria fazenda — do pasto ao produto final.

Os produtos vão além do leite UHT.
A LeitÃssimo é a única marca de leite UHT no Brasil produzida a partir de um único rebanho.
E em Jundiaà (SP), possui a Delicari, que produz sorvetes e iogurtes artesanais feitos 100% com leite LeitÃssimo — sem gordura vegetal, sem soro de leite, sem conservantes.
A LeitÃssimo é a única marca de leite UHT no Brasil produzida a partir de um único rebanho.
E em Jundiaà (SP), possui a Delicari, que produz sorvetes e iogurtes artesanais feitos 100% com leite LeitÃssimo — sem gordura vegetal, sem soro de leite, sem conservantes.

Mas os Wallace não trouxeram só leite para Jaborandi. Eles construÃram 22 casas para os trabalhadores dentro da fazenda.
Criaram uma escola bilÃngue para as crianças da região.
E implementaram um programa de educação para jovens e adultos.
Criaram uma escola bilÃngue para as crianças da região.
E implementaram um programa de educação para jovens e adultos.

E aqui entra uma parte da história que nos enche de orgulho.
A Suno Asset, através do SNAG11, financiou parte da irrigação da LeitÃssimo por meio de CRAs (Certificados de RecebÃveis do Agronegócio).
O investimento foi direcionado para pivôs de irrigação e para a sala de ordenha da fazenda em Jaborandi.
A Suno Asset, através do SNAG11, financiou parte da irrigação da LeitÃssimo por meio de CRAs (Certificados de RecebÃveis do Agronegócio).
O investimento foi direcionado para pivôs de irrigação e para a sala de ordenha da fazenda em Jaborandi.

Se você é cotista do SNAG11, saiba que você faz parte dessa história.
O seu investimento ajudou a financiar a irrigação que mantém as vacas da LeitÃssimo no pasto, produzindo um dos melhores leites do Brasil.
Isso é o mercado de capitais funcionando como deveria: conectando investidores a quem produz de verdade.
Se você quer ter mais informações sobre o SNAG11, acesse o link: suno.me/4lFVfdm
O seu investimento ajudou a financiar a irrigação que mantém as vacas da LeitÃssimo no pasto, produzindo um dos melhores leites do Brasil.
Isso é o mercado de capitais funcionando como deveria: conectando investidores a quem produz de verdade.
Se você quer ter mais informações sobre o SNAG11, acesse o link: suno.me/4lFVfdm
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